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são aproximadamente 20h do dia treze de maio de dois mil e vinte e três e faz alguns meses que não escrevo. mas deu vontade. pensei em digitar uma mensagem pra tentar dizer o que eu gostaria agora, o que seria incomparável ao sentimento. a verdade é que eu queria te dizer que eu gostaria que você fosse o amor da minha vida. e eu gostaria disso mesmo sabendo que não existe nada disso. que a vida é feita de muitos amores. de muitos tropeços. de acertos. de erros. de bala de hortelã e de músicas do Rubel. apesar da lucidez, prefiro a loucura sã, eu quero partilhar a vida com você, quero te fazer feliz, quero família com você, quero nossa casinha (que vai ter a iluminação perfeita). quero a intimidade, as piadas internas, dividir e aprender de mim com você, e vice-versa, mesmo sabendo que a sorte no amor é nunca conhecer o outro completamente, e, assim, manter a curiosidade. quero te ver crescer na vida, ser cientista famoso que sai no fantástico, quero me reapaixonar por você todos os dias. sinto que depois de nos reaproximarmos uma página na minha vida virou, de uma forma que eu não esperava: com o frio na barriga e o seu carinho, vi a vida ter outras cores, sinto que entendo um pouco mais do que significa companheirismo, e tudo é só o começo do resto das nossas vidas. não me achava merecedora de nada disso. e você é tão bom comigo. as coisas acontecem de uma hora pra outra, mesmo que demorem a vida toda pra acontecer. a poesia que você me mostrou na quarta est la plus belle .
je t'aime,
com carinho
maria.
Belo, como sempre, sdds de suas postagens
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