04.10.2021 - sin perder la ternura

 E é disso tudo que eu sinto e não quero jogar fora. Me orgulho muito de quem eu sou. E do que sinto. Nada de mágoas, ressentimentos, tento manter e cultivar coisas boas, por mais que às vezes me  pareça pra mim extremamente machucada. É a tal maturidade? Tenho orgulho do que estou me tornando, e não vou deixar que desavenças e tropeços da vida me fazerem menos de mim. Jamais. Outro mantra. Não deixar que os machucados e retiradas de pétalas me impeçam de florear, confiar, amar, crescer, expandir, continuar imensa. Conheci uma menina com nome de flor, talvez ela seja imensa também. Não tropecei, mas tropeçaram em mim. Ainda sinto coisas boas. Pretendo permanecer assim pela vida, sem perder a ternura, jamais. Jamais. Mesmo assim, nesse tempo é melhor eu me vigiar. Quem diria. 

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